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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Documentário sobre o jornalismo brasileiro O Mercado de Notícias tem sessão especial no CineBancários




Diretor do filme, Jorge Furtado e presidente do Sindicato dos Jornalistas, Milton Simas, participam de bate-papo com o público dia 19 às 19h30 no CineBancários


Discutir, analisar, provocar reflexão. O filme “O Mercado de Notícias”, produção da Casa de Cinema de Porto Alegre com direção e roteiro de Jorge Furtado, convida profissionais da comunicação a repensar o seu papel de agente mediador entre o acontecimento e o cidadão. Não só voltado aos jornalistas, o longa também se propõe a instigar a sociedade, a observar de maneira crítica, o processo de produção e distribuição de notícias.

Para José Roberto de Toledo, “o conceito do repórter está passando por uma revolução”. Ele é um dos 13 jornalistas entrevistados no documentário, que mescla depoimentos de profissionais de diferentes veículos e linhas editoriais distintas, com uma peça de teatro inglesa do século XVII, que leva o mesmo nome do filme. “Eu tenho esperança (...) de que as pessoas se deem conta de que o Jornalismo depende dos jornalistas” é a opinião expressa por Janio de Freitas em uma das cenas do filme, que estreou nas salas comerciais do país no dia 7 de agosto. A produção analisa, ainda, casos recentes da política brasileira, onde a imprensa teve papel de grande destaque.

No dia 19 deste mês, além de acompanhar a exibição do filme, os interessados no assunto poderão conferir um bate-papo sobre a produção com a participação do diretor Jorge Furtado e o presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS, Milton Simas. A atividade, parceria do Sindicato dos Jornalistas com o Sindicato dos Bancários e Casa de Cinema de Porto Alegre, acontece a partir das 19h30 (às 19h abre a bilheteria).

Os ingressos podem ser adquiridos no local a R$6,00. Estudantes, idosos, bancários sindicalizados e jornalistas sindicalizados pagam R$3,00.

Confira o trailer oficial e outras informações sobre o documentário no site www.omercadodenoticias.com.br


segunda-feira, 4 de agosto de 2014

O MERCADO DE NOTICIAS DE JORGE FURTADO ENTRA EM CARTAZ NO CINEBANCÁRIOS


Entra em cartaz dia 7 de agosto no CineBancários, O Mercado de Notícias, o novo documentário da Casa de Cinema de Porto Alegre, dirigido por Jorge Furtado. O filme permanece em cartaz com sessões às 15h, 17h e 19h, de terça a domingo.

Ingressos: R$ 6,00 (inteiras) e R$ 3,00 (bancários sindicalizados, jornalistas sindicalizados, idosos e estudantes).


Com depoimentos de vários jornalistas e encenação da peça O Mercado de Notícias, de Ben Jonson, o filme reflete sobre o sentido, a prática e o futuro do jornalismo;

Melhor Documentário pelo júri oficial e popular da Mostra Competitiva de longas documentários internacionais do 18º Cine PE



O Mercado de Notícias traz depoimentos de 13 importantes jornalistas brasileiros sobre o sentido e a prática da profissão, as mudanças na maneira de consumir notícias e o futuro do jornalismo. O filme reflete casos recentes da política brasileira, onde a cobertura da imprensa teve papel de grande destaque.

O surgimento do jornalismo, no século 17, é apresentado pelo humor da peça O Mercado de Notícias (The staple of news), escrita pelo dramaturgo inglês Ben Jonson, em 1625. A peça de Jonson foi encenada pela primeira vez em 1626, em Londres, e esta é sua primeira tradução para a língua portuguesa, feita pelo diretor Jorge Furtado e pela professora Liziane Kugland. Trechos da comédia foram montados e encenados para a produção do longa, revelando sua espantosa visão crítica, capaz de perceber na imprensa de notícias, recém-nascida, uma invenção de grande poder e grandes riscos.

Bob Fernandes, Cristiana Lôbo, Fernando Rodrigues, Geneton Moraes Neto, Janio de Freitas, José Roberto de Toledo, Leandro Fortes, Luis Nassif, Mauricio Dias, Mino Carta, Paulo Moreira Leite, Raimundo Pereira e Renata LoPrete são os jornalistas que dão depoimento no filme O Mercado de Notícias.


Acredito que um documentário, para ser durável – e ele deve ser, mais que uma notícia -, tem que ser útil, no sentido de iluminar um tema, uma atividade, uma época. Deve servir de elemento deflagrador de debates, instigar novas pesquisas, despertar nos espectadores aquilo que o Umberto Eco chama de “espírito de decifração”. O Mercado de Notícias debate critérios jornalísticos, e este é o seu sentido e o sentido da peça de Jonson. É também uma defesa da atividade jornalística, do bom jornalismo, sem o qual não há democracia”, diz o diretor Jorge Furtado.


SOBRE O DIRETOR
Jorge Furtado é sócio da produtora Casa de Cinema de Porto Alegre. Dirigiu e roteirizou os longasHouve Uma Vez Dois Verões (2002), O Homem Que Copiava (2003),Meu Tio Matou Um Cara (2005), Saneamento Básico, O Filme (2007) e o episódio Estrada, do longa-metragem Felicidade É... (1995). Foi premiado no Brasil e no exterior com os curtas-metragens O Dia Em Que Dorival Encarou A Guarda (1986), Barbosa (1988), Ilha Das Flores (1989), Esta Não É A Sua Vida (1991), Ângelo Anda Sumido (1997) e O Sanduíche (2000). Para a TV Globo, dirigiu a série Cena Aberta (2003), a minissérie Luna Caliente (1998) e História Do Amor (2011), e escreveu dezenas de roteiros: Agosto (1993), Memorial De Maria Moura (1994), A Invenção Do Brasil (2000), etc., além da série Comédias Da Vida Privada, da qual também dirigiu o episódio Anchietanos (1997).

SOBRE A PEÇA
O Mercado de Notícias (The staple of news, Ben Jonson – 1625)
A peça se passa em um dia, em Londres, em 1625. Um homem, Pila Pai, simula a própria morte e volta, disfarçado de mendigo, para vigiar os passos do filho, Pila Júnior.
No exato dia em que chega a sua maioridade, Pila Júnior começa a torrar sua fortuna, com roupas de luxo, jantares e festas. Faz uma semana que ele recebeu, através de um mendigo, a notícia de que seu pai havia morrido em terras distantes.
Pila Pai, antes de partir em sua última viagem, deixou documento firmado e entregue ao advogado Gazua, condicionando a posse de sua herança ao casamento com Pecúnia, riquíssima herdeira.
Tio Pila, usurário, vive às custas de Pecúnia. Ele vende os suprimentos de sua cozinha e empresta dinheiro a juros. Tio Pila mantém Pecúnia e suas amas – Hipoteca, Norma, Promissória e Taxa – em cativeiro, vivendo em condições precárias. Ele administra a casa com mão de ferro e a ajuda de Notário.
Em Londres a novidade é um Mercado de Notícias, comandado pelo senhor Trombone, seu sócio Patranha e seus repórteres. A agência cria um intenso comércio de notícias e, para que mais prospere, o senhor Trombone pretende em casamento a senhorita Pecúnia, também cortejada por Pila Junior. Enfim, todos querem Pecúnia.
Pila Júnior descobre como funciona e para que serve uma agência de notícias e nela emprega seu amigo, Tom, um barbeiro.
O Pai desaprova o comportamento do filho perdulário, sua vida de dissipação e luxo com seus amigos boêmios, um grupo de desaforados que vive nas abas da nobreza e da nova burguesia: Almanaque (o médico), Timorato (o militar), Madrigal (o poeta) e Heraldo (o homem de sociedade).
Despindo a fantasia de mendigo, Pila Pai revela sua identidade, seus planos e impõe ao filho o castigo de viver como mendigo. Comovido com a solidariedade (não inteiramente desinteressada) do filho na disputa contra Gazua, o advogado inescrupuloso, e tendo expulsado os amigos oportunistas do filho, o pai acaba por perdoá-lo, entregando-lhe a mão da cobiçada Pecúnia. Tio Pila arrepende-se de sua avareza, liberta seus cães. Os oportunistas fogem, Gazua é processado e preso. A paz se restaura no casamento de Pila Júnior e Pecúnia.


O Mercado de Notícias, de Jorge Furtado. Brasil, 2014, 94 minutos.


Prêmio
Melhor Documentário pelo júri oficial e popular da Mostra Competitiva de longas documentários internacionais do 18º Cine PE


A equipe
Roteiro e Direção: Jorge Furtado
Produção Executiva: Nora Goulart.
Montagem: Giba Assis Brasil
Direção de Fotografia: Alex Sernambi / Jacob Solitrenick
Direção de Arte: Fiapo Barth
Figurinos: Rosângela Cortinhas


Elenco da peça: Antônio Carlos Falcão, Eduardo Cardoso, Elisa Volpatto, Evandro Soldatelli, Irene Brietzke, Ismael Caneppele, Janaina Kremer, Marcos Contreras, Mirna Spritzer, Nelson Diniz, Sérgio Lulkin, Thiago Prade, UrsulaCollischonn, Zé Adão Barbosa.

Entrevistados: Bob Fernandes, Cristiana Lôbo, Fernando Rodrigues, Geneton Moraes Neto, Janio de Freitas, José Roberto de Toledo, Leandro Fortes, Luis Nassif, Mauricio Dias, Mino Carta, Paulo Moreira Leite, Raimundo Pereira, Renata LoPrete.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Imperialismo é o tema do próximo encontro do HISTÓRIA NO CINEMA PARA VESTIBULANDOS




O projeto História no Cinema para Vestibulandos deste sábado, dia 2 de agosto, apresenta o filme O Último dos Moicanos de Michael Mann. A palestra sobre o Imperialismo de Alfredo Ranzan e Cláudio Klippel, ambos graduandos em História, acontece logo após a exibição, que tem inicio às 9h30. A entrada é franca. 
 

O épico e aclamado O Último dos Moicanos, baseado no livro de James Fenimore Cooper, se passa no Século XVIII, enquanto tropas britânicas e francesas batalham pelo controle do território Norte-Americano. Vários nativos são forçados a lutar por ambos os lados. É quando Hawkeye, um homem branco adotado pelos últimos membros de uma tribo conhecida como "Os moicanos", torna-se, acidentalmente, o protetor de duas filhas de um oficial Britânico. Hawkeye, entretanto, busca seus próprios interesses, causando ira entre várias pessoas em ambos os lados do conflito.


HISTÓRIA NO CINEMA PARA VESTIBULANDOS: Imperialismo

2 de agosto (sábado) às 9h30 no CineBancários (General Câmara, 424, Centro Histórico - POA)

Filme - O Último dos Moicanos de Michael Mann (EUA, 1992, 112 minutos)

Palestrantes: Alfredo Ranzan e Cláudio Klippel

ENTRADA FRANCA




quarta-feira, 23 de julho de 2014

Próximo História no cinema para vestibulandos discute IDADE MODERNA no CineBancários


O História no cinema para vestibulandos exibe, dia 26 de julho, sábado, às 9h30, o longa Os Três Mosqueteiros de Stephen Herek. Logo após a sessão acontece uma palestra com Rivadávia Vieira Jr., mestrando em História Social, e Augusto Machado Rocha, graduando em História, com o foco no conteúdo sobre a Idade Moderna recorrente nos vestibulares.

Baseado na obra homônima de Alexandre Dumas, o filme conta a história do jovem francês D'Artagnan (Chris O'Donnell), que em 1625 parte em direção à Paris com a ideia de seguir os passos de seu falecido pai e tornar-se um Mosqueteiro - um membro da guarda real do rei francês. Entretanto, o Cardeal Richelieu, ministro do rei, desbanda todos os Mosqueteiros alegando que isso ajudaria a França na sua corrente guerra com a Inglaterra. Suas verdadeiras intenções, porém, são muito mais perigosas. D'Artagnan e seus novos companheiros - três mosqueteiros rebeldes, Athos, Porthos e Aramis – empenham-se em impedir os planos do Cardeal.

Idade Moderna

26 de julho (sábado) às 9h30 no CineBancários (General Câmara, 424, Centro - POA)

Os Três Mosqueteiros de Stephen Herek (Austria / Reino Unido / EUA, 1993, 105 minutos)

Palestrantes: Augusto Machado Rocha e Rivadávia Vieira Jr.

ENTRADA FRANCA


Confira a programação completa do HISTÓRIA NO CINEMA PARA VESTIBULANDOS




segunda-feira, 21 de julho de 2014

CineBancários lança dois instigantes documentários cariocas: A Farra do Circo e Em busca de um lugar comum



O CineBancários estreia, dia 24 de julho, dois documentários inéditos da mais recente safra do cinema nacional: A Farra do Circo, de Roberto Berliner e Pedro Borz, e Em busca de um lugar comum, de Felippe Mussel. Os filmes permanecem em cartaz até 6 de agosto, com ingressos a R$ 6,00, para o público geral e R$ 3,00 para estudantes, idosos, bancários sindicalizados e jornalistas sindicalizados.


A Farra do Circo

Mostrando pela primeira vez material filmado por Roberto Berliner na década de oitenta, A Farra do Circo é um filme sobre a geração que formou o Circo Voador, a usina de sonhos. Do calçadão do Arpoador, em 82, até sua viagem para a copa do México, em 86, quando, para muitos, o sonho da utopia acabou, passando por noites inesquecíveis na Lapa, o filme mostra a geração que revolucionou a cena cultural brasileira.

Tudo começou quando cerca de 200 artistas, de todas as áreas, ergueram uma lona no Arpoador, no verão de 82, em um episódio que mudou os rumos da produção cultural no Brasil. No Circo se apresentaram artistas e grupos no início de carreira como Barão Vermelho, Asdrúbal trouxe o trombone, Blitz, Chacal, Coringa, Manhas e Manias, consagrados como Caetano Veloso, Martinho da Vila, Serguei, Severino Araújo, que fazia a Domingueira Voadora com sua orquestra, Dercy Gonçalves, Chacrinha e muitos outros em uma mistura incrível.

Com imagens inéditas registradas na época em VHS pelo jovem cineasta Roberto Berliner e fotos de arquivos pessoais, A Farra do Circo é uma viagem de volta a essa época de efervescência da cena cultural do Rio de Janeiro, cheia de sonhos, idéias e ideais, que teve repercussão no Brasil todo.

Trailer: www.tvzero.com/afarradocirco
Site do Filme: afarradocirco.com
Facebook: www.facebook.com/afarradocirco?ref=ts&fref=ts

Ficha Técnica
Brasil, 2013. Cor. 94 min. Documentário. 14 anos.
Um filme de Roberto Berliner
Direção: Roberto Berliner e Pedro Bronz
Produção Executiva: Rodrigo Letier e Lorena Bondarovsky
Montagem: Pedro Bronz, edt
Patrocínio: Riofilme e Canal Brasil
Produção: TvZero
Coprodução: Canal Brasil
Patrocínio: SEC/RJ e Riofilme
Apoio: Pavê
Distribuição: Arthouse - arthousebr.com.br


Roberto Berliner

Roberto Berliner é cineasta e sócio fundador da TvZERO. Durante muitos anos dirigiu videoclipes e filmes publicitários. Realizou também documentários para tv, Free Jazz, Som da rua, Angola e God for all. Desde 2002, vem se dedicando à produção de trabalhos para cinema. Dirigiu os documentários A Pessoa é para o que nasce (2004), Pindorama - A Verdadeira História dos Sete Anões (2007) e Herbert de Perto (2011) e a ficção Julio Sumiu(2014). Atualmente trabalha na finalização de Senhora das Imagens, longa baseado na vida e obra da Dra. Nise da Silveira.

Pedro Bronz

Trabalha com audiovisual desde 1993, passando por todas as fases de realização de um filme; montador, produtor, fotógrafo, roteirista e diretor. Dirigiu e montou o longa-metragem documentário Herbert de Perto, que conta a vida do músico Herbert Vianna, em parceria com Roberto Berliner. Montou os longa-metragens Disparos, de Juliana Reis, vencedor de melhor montagem no Festival do Rio, Olhos Azuis, de José Joffily, melhor montagem no Festival de Paulínea, e Imagens do Estado Novo, Eduardo Escorel, entre outros. Fotografou o longa-metragem As Cartas Psicografadas de Chico Xavier, de Cristiana Grumbach.



Em Busca de um Lugar Comum

Por que as favelas são hoje um dos pontos turísticos mais visitados do Rio de Janeiro? Em busca de um lugar comum é um documentário que acompanha de perto passeios guiados pela Favela da Rocinha e pela Cidade de Deus, revelando os olhares e os sentimentos vividos no encontro entre guias, turistas e moradores das comunidades. Em uma cidade prestes a receber a Copa do Mundo e as Olimpíadas, tudo parece se transformar em produto turístico.

Trailer: https://vimeo.com/95559720
Site: www.embuscadeumlugarcomum.com
facebook: www.facebook.com/embuscadeumlugarcomum

Ficha Técnica:
Direção, som direto e montagem: Felippe Schultz Mussel
Produção: Angelo Defanti
Produção executiva: Angelo Defanti, Felippe Schultz Mussel e Maria Flor Brazil
Pesquisa: Bianca Freire-Medeiros
Dir. de Produção : Angelo Defanti e Barbara Defanti
Fotografia: André Lavaquial, Pedro Urano, Rodrigo Graciosa e Thiago Lima Silva
Montagem adicional: Eva Randolph e Marcelo Pedroso
Edição de Som: Rodrigo Maia
Mixagem: Damião Lopes


GRADE DE HORÁRIOS
24 de julho (quinta-feira)
15h - A Farra do Circo
17h - Em busca de um lugar comum
19h - A Farra do Circo

25 de julho (sexta-feira)
15h - A Farra do Circo
17h - Em busca de um lugar comum
19h - A Farra do Circo

26 de julho (sábado)
15h - A Farra do Circo
17h - Em busca de um lugar comum
19h - A Farra do Circo

27 de julho (domingo)
15h - A Farra do Circo
17h - Em busca de um lugar comum
19h - A Farra do Circo

29 de julho (terça-feira)
15h - A Farra do Circo
17h - Em busca de um lugar comum
19h - A Farra do Circo

30 de julho (quarta-feira)
15h - A Farra do Circo
17h - Em busca de um lugar comum
19h - A Farra do Circo

31 de julho (quinta-feira)
15h - A Farra do Circo
17h - A Farra do Circo
19h - Em busca de um lugar comum

1 de agosto (sexta-feira)
15h - A Farra do Circo
17h - A Farra do Circo
19h - Em busca de um lugar comum

2 de agosto (sábado)
15h - A Farra do Circo
17h - A Farra do Circo
19h - Em busca de um lugar comum

3 de agosto (domingo)
15h - A Farra do Circo
17h - A Farra do Circo
19h - Em busca de um lugar comum

5 de agosto (terça-feira)
15h - A Farra do Circo
17h - A Farra do Circo
19h - Em busca de um lugar comum

6 de agosto (quarta-feira)
15h - A Farra do Circo
17h - A Farra do Circo
19h - Em busca de um lugar comum


CineBancários
(51) 34331204 / 34331205
Rua General Câmara, 424, Centro – POA
e-mail: cinebancarios@sindbancarios.org.br
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segunda-feira, 14 de julho de 2014

Workshop CRÍTICA DE CINEMA de Marcus Mello



Dias 21, 28 de Julho e 04 de Agosto das 19h30 às 22h
no Cinebancários (General Câmara, 424, Centro - POA)


15 vagas gratuitas para bancários sindicalizados

Inscrições devem ser feitas pelo e-mail 


34331204 / 05, com Fábio ou Daniela.




APRESENTAÇÃO

Estabelecida como uma das facetas mais proeminentes do chamado “jornalismo cultural”, a crítica de cinema, na prática, se estabelece quase como um gênero próprio de prática jornalística. Em uma definição bem específica, a crítica de cinema é o exercício de análise artística de filmes, visando estabelecer um juízo de valor baseado em parâmetros comparativos de qualidade, estética, forma e conteúdo da obra fílmica. A partir desta formulação, pode-se afirmar que a crítica de cinema não é uma ciência, mas sim uma arte, dado seu caráter intrínseco de expressão de uma subjetividade. Contrariamente ao jornalismo, que se atém aos fatos, a crítica tem como sua matéria de análise uma obra artística, que permite diversas formas de abordagem, e, consequentemente, de compreensão.

A relação do espectador com a crítica cinematográfica inicia, quase invariavelmente, antes mesmo da ida ao cinema, e prossegue após a experiência da sala de cinema, quando o espectador retorna ao texto, momento então onde se estabelece com o leitor um “novo diálogo”, mais reflexivo.

A crítica de cinema, por muitas décadas restrita aos livros, às revistas especializadas e aos cadernos de cultura de grandes jornais, hoje encontra um vasto espaço de circulação pelo meio virtual. A manifestação da crítica de cinema vive um momento de crescente expansão em blogs e sites especializados, uma alternativa à grande mídia. Mas fica sempre a controversa questão de fundo: a facilidade do meio não estaria, de algum modo, esvaziando a chamada “crítica profissional” de cinema?

O Workshop CRÍTICA DE CINEMA, ministrado por Marcus Mello, vai discutir e analisar estas e outras questões fundamentais, além de proporcionar aos participantes a experiência prática de produzirem suas próprias críticas cinematográficas.




OBJETIVOS

O Workshop CRÍTICA DE CINEMA oferecerá um panorama sobre a crítica cinematográfica, abordando seus aspectos históricos, a estrutura do texto crítico e os elementos da análise fílmica. O workshop também inclui um módulo prático, no qual os alunos serão convidados a produzir textos, que posteriormente serão analisados e discutidos em grupo.

O objetivo da atividade é provocar o olhar crítico sobre a produção cinematográfica e estimular a formação de novos críticos.

Para participar deste workshop não é necessário nenhum pré-requisito. A atividade é aberta a todos os interessados no tema.




CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Aula 1
Um panorama sobre os principais momentos da história da crítica cinematográfica, desde os seus primórdios até a consolidação da atividade.

Aula 2
A estrutura de um texto crítico, os elementos da análise fílmica, a função da crítica.

Aula 3
Análise e discussão dos textos produzidos pelos alunos.




MINISTRANTE: MARCUS MELLO

Crítico de cinema, editor da revista Teorema, fundada em agosto de 2002, uma das publicações de cinema mais respeitadas do Brasil. Entre agosto de 2004 e março de 2012 foi titular da coluna de cinema da revista Aplauso (edição 57 a 113). Membro da ABRACCINE – Associação Brasileira de Críticos de Cinema. Possui artigos publicados nos livros Cinema dos Anos 90 (Editora Argos, 2005), Cinema Mundial Contemporâneo (Papirus Editora, 2008), Os Filmes que Sonhamos (Lume Filmes, 2011), Irmãos Coen: Duas Mentes Brilhantes (Caixa Cultural, 2012) e Hitchcock é o Cinema (Fundação Clóvis Salgado, 2013), entre outros.



Workshop CRÍTICA DE CINEMA - de 
Marcus Mello

* Datas: 21, 28 de Julho e 04 de Agosto de 2014 (segundas-feiras)

* Horário: 19h30 às 22h

* Local: CineBancários (Rua Gen. Câmara, 424 - Porto Alegre)

* Investimento: R$ 100,00 (valor promocional de R$ 80,00 para as primeiras 10 inscrições. * Válido apenas para inscrições por depósito bancário)

15 vagas gratuitas para bancários sindicalizados - inscrições devem ser feitas pelo e-mail cinebancarios@sindbancarios.org.br ou pelo telefone 34331204 / 05, com Fábio ou Daniela.

* Formas de pagamento: Cartão de Crédito / Boleto / Depósito bancário

* Material: Certificado de participação

* Informações: cenaum@cenaum.com / Fone: (51) 9320-2714

* Inscrições: www.cinemacenaum.blogspot.com.br

* Realização: Cena UM - Produtora Cultural

* Patrocínio: Back in Black / Sapere Aude Livros / B&B Games

* Apoio: CineBancários / Facool


* Parceria: Espaço Vídeo 


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segunda-feira, 7 de julho de 2014

JOGO DAS DECAPITAÇÕES de Sergio Bianchi entra em cartaz no CineBancários



No elenco estão Clarisse Abujamra, Maria Manoella, Silvio Guindane, Paulo César Pereio e Sérgio 

Mamberti






CineBancários coloca em cartaz até 23 de julho o novo longa de Sérgio Bianchi“Jogo das Decapitações”. O filme aborda temas atuais da realidade brasileira como violência, repressão policial, ódio entre classes e corrupção, a partir do descontentamento pessoal do diretor - conhecido pelos polêmicos “Cronicamente Inviável” (2000), “Quanto Vale ou é por Quilo?” (2005) e “Inquilinos” (2009) - com os rumos tomados pela geração da qual faz parte.

.: Ingressos:
Público em geral: R$ 6,00
Estudantes, idosos, jornalistas sindicalizados e bancários sindicalizados: R$ 
3,00  

Fernando Alves Pinto (“São Silvestre”, 2013, e “2 Coelhos”, 2011) é Leandro, estudante de mestrado que está prestes a perder o prazo de entrega de sua tese sobre grupos militantes que tentaram combater a ditadura brasileira. Ele é filho de Marilia, interpretada por Clarisse Abujamra, uma ex-guerrilheira que hoje preside uma ONG para vítimas do regime militar e busca indenização do governo pela tortura que sofreu. É ela quem liga para os amigos, anistiados que agora estão no poder, para pedir emprego ao filho.

Rafael (Silvio Guindane) é aparentemente o único amigo de Leandro. Contestador, o jovem universitário traz a tona todos os podres da sociedade brasileira, criticando governo e oposição. Vera (Maria Manoella) é sua colega de trabalho – mais um bico arranjado pela mãe – e só quer saber de ganhar dinheiro e cuidar de sua vida, não ligando a mínima para política.

“Jogo das Decapitações”, que foi exibido nas últimas edições do Festival do Rio e da Mostra Internacional de São Paulo, remexe em feridas de um passado recente e nos exibe um presente corrompido, com situações que toleramos ou que fingimos não ver. O filme lança indagações incômodas em meio a diálogos críticos. 


SOBRE SÉRGIO BIANCHI

Diretor e roteirista, nasceu em 1945 em Ponta Grossa (PR), neto e filho de fotógrafos. Mudou-se em 1968 para São Paulo, onde se formou em cinema pela ECA/USP. Em 1979, realizou seu primeiro longa-metragem comercial, “Maldita Coincidência”, um filme “underground” passado num casarão em São Paulo. Três anos depois, lançou “Mato Eles?”, sobre índios expulsos de sua reserva no Paraná, que ganhou diversos prêmios, como ‘Melhor direção’ no Festival de Gramado e ‘Melhor filme’ no Festival de Brasília. Seu filme mais conhecido “Cronicamente Inviável”, de 2000, aborda o caos social em diversas classes sociais do Brasil e foi eleito o ‘Melhor filme do ano’ da APCA - Associação Paulista de Críticos de Arte. Os longas mais recentes do diretor são “Quanto Vale ou É Por Quilo?”, de 2005, que retrata a situação do negro no Brasil e foi o ‘Melhor filme do júri popular’ do Festival de Cinema de Paraty, e “Os Inquilinos”, de 2009, uma radiografia profunda da classe baixa paulistana, recebedor do prêmio de ‘Melhor roteiro’ do Festival do Rio.

FICHA TÉCNICA DE “JOGO DAS DECAPITAÇÕES”
Direção: Sérgio Bianchi
Roteiro: Francis Vogner, Eduardo Benaim, Sérgio Bianchi
Produção: Antônio Ferreira, Tathiani Sacilotto, Josi Geller
Direção de Fotografia: Rodolfo Sanchez, ABC
Montagem: André Finotti
Música: Manuel Pessoa
Produção Musical: Celso Sim
Direção de Arte: Ana Rita Bueno
Figurino: André Simonetti
Edição de Som: Miriam Biderman, ABC e Ricardo Reis
Som Direto: Geraldo Ribeiro
Duração: 96 minutos
Ano: 2013
Elenco: Fernando Alves Pinto, Clarisse Abujamra, Silvio Guindade, Maria Manoella, Maria Alice Vergueiro, António Petrin, Sérgio Mamberti, Elias Andreato, Paulo César Pereio, Renato Borghi, Ana Carbatti, Claudia Mello
Classificação Indicativa: 16 anos
Distribuidora: Pandora Filmes



Obras dos artistas plásticos
Helena Carvalhosa, Antonio Henrique Amaral, Claudio Tozzi, Cris Bierrenbach, Gontran Guanaes, Hélio Oiticica, Ivald Granato e Marcello Nietzsche



Filme Maldita Coincidência como Jogo das Decapitações
Diretor: Sérgio Bianchi
Diretor de Fotografia: Pedro Farkas



Músicas
Balada 1, Chopin; intérprete Krystian Zimerman
Brasil Pandeiro, de Novos Baianos; autor: Assis Valente
Dindi, de Sylvia Telles; autores: Tom Jobim e Aloysio de Oliveira
Blue Rondo a la Turk, de The Dave Brubeck Quartet; autor: Dave Brubeck
Todo Cambia, de Mercedes Sosa; autor: Julio Numhauser
La Carta; autor: Violeta Parra
Canção do Subdesenvolvido; autores: Carlos Lyra e Chico de Assis
Por Deus Por Favor; autor: Emicida
Red-Yellow-Blue: autores: Marco Carola e Bernd Maus
Converge: autor: Plastikman
I Fink U Freeky: autor: Die Antwoord
Baby’s on Fire: autor: Die Antwoord
Daphnis et Chloé, suíte n.2: autor: Maurice Ravel; regência: Seiji Ozawa
Let’s Play That, de Jards Macalé, participação especial de Naná Vasconcelos; autores: Jards Macalé e Torquato Neto
E Agora: autor: Emicida
Pump: autor: Ellen Allien